Brasil e França unidos pelo sabor

Os laços entre a cultura Brasileira e a Francesa estão se fortalecendo cada vez mais, principalmente pelo grande número de turistas das duas nacionalidades que viajam entre os dois países. Mas não é só na memória e nas bagagens das pessoas que estas culturas ganham lugar. Durante a Feira do Livro de Paris 2015, foi realizada a sexta edição do Cozinhando com Palavras, um evento que pretende ampliar ainda mais o diálogo entre a Gastronomia e a Literatura, aumentando ainda mais o intercâmbio cultural entre Brasil e França. 

Nesta edição o Brasil foi o país homenageado, com m destaque especial para a Gastronomia Mineira. Durante os quatro dias do evento, os chefs Ivo Faria, Leo Paixão, Elzinha Nunes e Ari Kespers apresentaram receitas e produtos que compõem nossa rica gastronomia. Foram realizados também dois jantares exclusivos no Restaurante Le Parió, nos quais os chef’s se dividiram em duplas e promoveram uma experiência única aos convidados e mostraram as delícias da Gastronomia Mineira. 

Livro destaca a cozinha de Minas 

O Cozinhando com Palavras foi também o local escolhido para o lançamento do belíssimo livro Le Brésil de Minas Gerais - Gastronomie et Tourisme. Trata-se de uma seleção de receitas típicas da Gastronomia Mineira, com destaque também para os Destinos Turísticos do Estado. A obra foi editada em português e francês, sendo considerado um convite para desfrutar Minas Gerais. O livro é de autoria dos Chef’s sob a curadoria de André Boccato e conta com o apoio do Governo de Minas Gerais, além do patrocínio do Sistema FIEMG, Sebrae/MG e Sistema Fecomércio Minas. A Minha Paris também apóia esta iniciativa!

 

Arco do Triunfo de Paris é atração inevitável na cidade

Quem vai à Paris já possui pelo menos um roteiro básico, incluindo é claro uma visita ao Arco do Triunfo. E isso acontece porque este é um dos pontos turísticos mais visitados da Cidade Luz, ao lado da Torre Eiffel e do Museu do Louvre. O que muitas vezes acontece também é de as pessoas visitarem sem nem mesmo conhecer o seu significado. 

Por isso, vamos contar para você um pouco mais sobre a história desse monumento, para que você faça uma visita mais consciente do Arco do Triunfo quando estiver em Paris.  

História do Arco do Triunfo 

Foi uma ideia dos romanos criarem um monumento parecido com um arco para celebrar e eternizar as suas vitórias militares. Seguindo esta mesma linha, o Arco do Triunfo francês foi construído com o objetivo de enaltecer a vitória do imperador francês Napoleão Bonaparte na Batalha de Austerlitz, em dezembro de 1805. Após prometer aos seus comandados ainda no campo de batalha, o monumento começou a ser construído em 1806, mas só pode ser finalizada em 1836, por causa da derrota do Império de Napoleão na Batalha de Waterloo, em 1815. 

O Arco do triunfo foi oficialmente inaugurado em 1836, 15 anos após a morte de Napoleão (1821). Ele foi projetado por Jean Chalgrin, tornando-se uma espécie de símbolo de patriotismo e motivo de orgulho para os franceses. Situado na Place Charles de Gaulle, no alto da Avenida Champs Élysées, o Arco do Triunfo se destaca com os seus 50 metros de altura. 

O monumento se tornou um ponto especial para o início das paradas militares, manifestações populares e, claro, visita de turistas. Cada escultura em altos-relevos, baixos-relevos ou inscrições inseridas no Arco do Triunfo possui um significado. Entre elas se destaca a que ilustra a Partida dos Voluntários de 1792, também conhecida como “A Marselhesa”, esculpida por François Rude em 1833. Ela representa a Pátria-mãe com as asas abertas e estendidas, como se estivesse chamando ou motivando os voluntários para que se unam e lutem pela França. 

Com o objetivo de comemorar o Dia do Armistícios (1921), que marca o fim da Primeira Guerra Mundial, foi construído embaixo do Arco do Triunfo o “Túmulo do Soldado Desconhecido”, que é onde foram depositadas as cinzas de um soldado morto na Primeira Guerra. Se você for visitar este monumento, não deixe de entrar nele e visitar o museu e todas as demais obras que contam a história desta importante construção. Além disso, a vista do alto é maravilhosa e permite ter uma visão panorâmica de toda Paris.

Passeio de barco em Paris: um jantar inesquecível!

Se o rio Seine (rio Sena) é também um dos principais símbolos da Cidade Luz, você não pode ir até lá sem reservar uma noite para um jantar durante um passeio de barco em Paris. Seja para viver um momento romântico com quem você ama, com a família ou amigos, não importa. Será uma experiência inesquecível! 

O passeio durante o dia é lindo também, principalmente se o tempo estiver bom. Você terá garantida uma boa sequência de fotos e muitas recordações de tudo o que está no entorno do rio. Mas à noite, com toda a iluminação, Paris fica ainda mais charmosa e deslumbrante. O passeio poderá ser acompanhado com um jantar delicioso, com a possibilidade de experimentar a culinária francesa (não são todos os barcos que oferecem este serviço). 

Opções de passeios de barco em Paris 

O Bateaux-Mouches oferece mini cruzeiros noturnos e diurnos com preços a partir de 10€, valor que será maior caso você opte por almoçar ou jantar no barco. As saídas acontecem na Pont de l’Alma, que bem fica próxima à Torre Eiffel (metrô estação Alma-Marceau ou RER estação Ponte de l’Alma). 

As Vedettes de Paris são cruzeiros que também têm as saídas próximas à Torre Eiffel, oferecendo tours simples de 1h, mini cruzeiros com refeição ou degustação de champagne, com preços a partir de 11€. 

Existem outras empresas que são menos conhecidas, mas que também oferecem bons serviços e podem ser uma boa opção. São os Bateaux parisiense

Batobus, que oferece um forfait diário a 12 €, no qual você pode pegar os barcos em vários trajetos com este preço único. 

Canauxrama e Paris Canal, que dão a possibilidade de embarcar também nos rios e canais que são afluentes do Sena, como o canal Saint-Martin, canal Saint-Denis, o Marne, entre outros. 

Yachts de Paris, que disponibiliza uma frota de embarcações com iates de luxo, possibilitando um passeio mais sofisticado, com uma programação variada. 

O mais importante é ficar atento ao que cada um deles oferece e ver o que mais se encaixa nos seus planos e desejos. O que você não pode esquecer é que a Minha Paris leva você a todos os pontos turísticos de Paris com todo conforto e segurança!

Primavera em Paris: quando tudo fica mais lindo

A Primavera em Paris é a estação mais esperada, mas o que todo mundo quer saber é o motivo pelo qual todos ficam ansiosos por este período. Na verdade, é até meio óbvio, pois a primavera deixa qualquer lugar, no mundo inteiro, muito mais bonito. Só que em Paris, além da magia própria da Primavera, existem também diversas coisas que podemos fazer nesta estação que não possuem o mesmo brilho nas outras. 

Veja dicas do que fazer na Primavera em Paris 

A temperatura fica sempre entra 15° C e 22° C, o que cria um ambiente propício para caminhadas às margens do rio Sena ou mesmo fazer piqueniques nos jardins, que estão por toda a parte na Cidade Luz. Além disso, muitos deles oferecem programação especial, principalmente para as crianças. Os destaques vão para o Bosque de Vincennes, Jardim das Plantas, Jardins des Tuileries, Jardin de Luxemburgo e o Parque de la Villette. 

Outra coisa muito agradável da Primavera em Paris são os terraços dos cafés, que ficam sempre cheios de pessoas a contemplar a paisagem saboreando as delícias da culinária francesa. Até mesmo o humor das pessoas muda, tornando-as muito mais agradáveis e solícitas. 

Os arredores da Torre Eiffel são um convite constante para se sentar, fazer um piquenique ou mesmo ficar descansando e jogando conversa fora. É linda a paisagem e agradável o clima. 

O canal Saint-Martin também não fica para trás, com seus quatro quilômetros e meio de extensão. São comuns as atividades que acontecem lá para adultos e crianças de todas as idades, além dos bares e restaurantes. 

Para quem gosta de luxo e glamour, uma caminhada ao longo dos Champs- Elysée, desde o Arco do Triunfo até a Place de la Concorde também é bem mais agradável na Primavera. Os passeios de bicicleta pela cidade também possuem seu charme e as ruas se enchem delas por todas as partes. 

Para você ter uma ideia mais geral de como a Primavera em Paris muda tudo, dê uma ida até a região de Montmartre. Primeiramente por causa da própria região, que fica mais agradável neste período, segundo, porque de lá é possível ter uma excelente vista panorâmica de Paris, da Basílica du Sacré-Coeur o que é sempre espetacular. 

A Minha Paris pode levar você com todo o conforto e segurança para conhecer as belezas da Primavera em Paris!

Atrações gratuitas em Paris: como aproveitar sem gastar

Todo mundo sempre diz que Paris é uma cidade muito cara e que é preciso reservar bastante dinheiro para visita-la. Não estão muito errados se forem levados em conta o que a pessoa pretende fazer e conhecer na Cidade Luz. Hotéis nas regiões mais requintadas, restaurantes tradicionais e alguns passeios guiados podem realmente ‘salgar’ um pouco os custos. Mas, em contrapartida, tem uma grande parte de Paris que é belíssima e que você pode conhecer sem gastar nada. 

Veja algumas dicas de lugares e pontos turísticos que você pode conhecer gratuitamente e que já farão de sua viagem à Paris algo inesquecível pelo resto da vida. Você não vai se arrepender e ainda levará ótimas fotos para recordar com seus amigos e familiares desta incrível viagem à principal cidade turística do mundo. 

Atrações gratuitas de Paris 

Torre Eiffel 

Ela está instalada em um local aberto, de fácil acesso e que você pode ficar lá o quanto quiser, sendo também um ótimo lugar para se fazer piquenique em dias de sol. Apenas se você quiser subir na torre é que você terá que desembolsar alguns euros. Além disso, todo o entorno da torre é lindíssimo, com destaque para o Trocadero. 

Catedral de Notre Dame 

Você também não precisa pagar nada para conhecer e entrar em uma das mais lindas e famosas catedrais do mundo. Somente para subir nas torres e conhecer mais de perto as gárgulas é que há uma pequena taxa. Mas trata-se de uma pequena parte de belíssima construção. 

Basílica do Sacre-Couer 

Tanto a basílica, quanto todo o seu entorno, conhecido como região do Montmartre são locais obrigatórios para se conhecer. O melhor de tudo é que se trata de um passeio totalmente gratuito. Está bem perto também da região boêmia da cidade, onde se encontram bares, restaurantes e o famoso Moulin Rouge. 

Cemitérios Père Lachaise e Montparnasse 

São dois grandes atrativos turísticos gratuitos de Paris, pois neles estão enterrados os restos mortais de grandes nomes das artes, estudiosos e pessoas que se destacaram no cenário mundial. Entre eles, Jim Morrison, Alan Kardec e Oscar Wilde (Père Lachaise). 

Arco do Triunfo  

Da mesma maneira que na Torre Eiffel, você paga apenas se quiser subir no Arco do Triunfo. É um dos mais belos cartões postais de Paris e ponto obrigatório para recordar depois. Toda visita deve ser seguida por uma descida pela famosa Avenida Champs-Élysées, que também está entre as mais belas do mundo. 

Parques e jardins 

Por toda a cidade existem belos parques e jardins, cuja entrada e gratuita e se tornam ótimas opções para descansar, comer ou se divertir. Os mais conhecidos são o Jardim de Tuileries e o Jardim de Luxemburgo. 

Praças 

A história está presente por toda Paris e pode ser contada por seus monumentos e praças. Entre elas se destacam a Praça da Concórdia e Praça da Bastilha. 

Além disso, é importante destacar que em todo primeiro domingo do mês os museus nacionais têm entrada gratuita, o que será uma ótima maneira de economizar e conhecer obras únicas e muito valiosas sem pagar nada em Paris

13ème arrondissement: Bem mais do que o bairro chinês

Você já deve ter ouvido falar do bairro chinês em Paris (quartier asiatique ou quartier chinois), que está localizado no 13ème arrodissement da Cidade Luz. O que pode passar despercebido sobre esta região é que ela possui muito mais coisas e lugares interessantes do que se pensa. Conheça um pouco mais este lado de Paris e se surpreenda. 

A região, também conhecida como arrondissement des Gobelins, é dividida em quatro bairros diferentes, que são eles: Quartier de la Salpêtrière; Quartier de la Gare; Quartier de la Maison-Blanche; e Quartier Croulebarbe. Mas o maior destaque entre os turistas acaba sendo mesmo o bairro chinês, que antes ficava às margens do rio la Bièvre, um verdadeiro esgoto a céu aberto (coberto em 1910).

Em meados do século passado diversas casas e comércio do local, que era marcado pelo comércio de açougueiros, de tintureiros, foram demolidos, dando lugar a arranha céus. Como ficava mais afastado do centro da cidade, muitas pessoas não queriam morar no local, que acabou sendo ocupado por imigrantes da Ásia, dando origem assim ao que temos hoje.

Além do bairro chinês 

A Manufacture des Gobelins, tradicional fábrica de tapeçarias da França, foi criada em 1601 no reinado de Henri IV e forneceu tapeçaria para os castelos durante o período da monarquia. A sua galeria foi renovada a partir do fim dos anos 1970 e transformada em um espaço de exposições. 

O quartier de La Butte aux Cailles é considerado um lugar à parte em Paris por sua calma durante o dia e movimento à noite. Tratava-se de uma colina de moinhos de vento que foi poupada da modernização dos arredores.

Le Batofar, um barco vermelho ancorado que funciona como restaurante e sala de espetáculos, para até 300 pessoas, também merece o seu destaque. Ele fica ancorado no rio em Port de la Gare, próximo à Biblioteca Nacional.

Venha conhecer a Cidade Luz com a Minha Paris e se surpreenda com toda sua beleza e história.

 

Paradis Latin: opção de diversão para sua noite em Paris

O Paradis Latin, apesar de ser o menos conhecido pelos brasileiros entre os cabarés parisienses, está entre os melhores espetáculos da noite de Paris. O nome leva a crer que se trata de um espaço dedicado a shows de danças latinas, mas ao contrário disso, suas apresentações trazem grande fidelidade às tradições francesas do vaudeville e do cancan, que povoam a mente de quem pensa em cabarés. 

Além dos shows que são realmente de tirar o fôlego, o próprio local já é motivo mais do que especial para conhecer. Sua história está interligada ao próprio desenvolvimento da cidade de Paris. Na construção do prédio foram utilizadas partes da antiga muralha erguida por Philippe Auguste no fim do século 12 para proteger a cidade. Construído por ordem de Napoleão Bonaparte e inaugurado em 1803, o espaço recebeu inicialmente o nome de Théâtre Latin. 

Durante a guerra franco-prussiana, o teatro foi parcialmente demolido e a própria região perdeu muito em prestígio tanto para os franceses quanto para os turistas. Apenas em 1887, em meio à preparação da cidade para a Exposição Universal de 1889, foi que começou uma grande mobilização pela reforma de toda a região, quando o teatro foi totalmente reconstruído. A obra foi liderada por ninguém menos que Gustave Eiffel, dando forma ao Paradis Latin, inaugurado em 20 de janeiro de 1889. 

Ascensão, declínio e renascimento do Paradis Latin 

As atividades do novo cabaré seguiram fazendo sucesso até os anos de 1930, quando o estabelecimento foi à falência e o prédio virou apenas um depósito, sendo esquecido depois de um tempo. Na década de 1970 o espaço foi vendido ao empresário Jean Kriegel, que tinha o objetivo de demolir a construção. Ao começar os trabalhos de demolição, foi descoberta a cúpula do mezanino e, após um trabalho de pesquisa, houve imediatamente uma mudança radical no seu destino. O prédio foi tombado por sua importância e riqueza histórica, Kriegel se associa a Jean-Marie Rivière e os dois decidem reabrir o Paradis Latin como podemos conhecer atualmente. 

O espetáculo é incrivelmente alegre, colorido e surpreendente. Quem o apresenta é o carismático mestre de cerimônias Jean-Louis Pello, que sempre alterna entre os idiomas inglês e francês. São apresentações que colocam a semi-nudez das bailarinas e bailarinas e bailarinos de uma forma muito sutil, o que torna o espetáculo sensual, mas nem um pouco vulgar. Todo o corpo do bale apresenta forma física impecável, o que transforma todos os números de dança imperdíveis (inclusive o famoso cancan!). 

Um dos detalhes que faz toda a diferença para os brasileiros que vão se divertir no Paradis Latin é a presença de Robertinho, um brasileiro de muito conhecido em Paris e que é o responsável por fazer uma ligação entre público e o apresentador. O Paradis Latin promove também, uma vez por mês, um atelier de cancan para quem quer aprender e praticar um pouco dessa dança (serve para homens e mulheres!). A casa de espetáculos fica em 28 rue du Cardinal Lemoine, 75005 Paris.

Este é mais um passeio incrível que você pode fazer com todo o conforto e segurança que a Minha Paris pode oferecer!

Tocadero: conheça mais do que a Torre Eiffel

Conhece o Torcadero? Para quem pretende ir à Paris, uma dica importante: não se contente apenas em conhecer o que aparece no cartão postal, pois a Cidade Luz é muito mais do que isso. Constituído pelo Palácio de Chaillot, que abriga diversos museus, jardins, a Praça do Trocadero e um grande aquário subterrâneo, o é um conjunto de construções que servem de moldura para muitas fotos, mas que muita gente nem faz questão de conhecer. Não sabem o que estão perdendo. 

Palácio do Trocadero 

Antes mesmo de existir o Palácio de Chaillot, o Palácio do Trocadero já estava no local, construído pelo arquiteto Davioud no contexto da exposição universal de 1878. O palácio possuía uma gigantesca rotunda onde havia um salão de festas com capacidade para até 5.000 convidados. A construção era ornada com duas torres dispostas simétricas e duas grandes alas curvilíneas, o que já esboçava os contornos do futuro palácio Palácio de Chaillot. 

Nos anos de 1930, o Palácio de Chaillot foi construído durante a exposição universal de 1937, pelos arquitetos Léon Azéma, Jacques Carlu e Louis-Hippolyte Boileau. Em sua área de 55.000 m2, foi possível instalar a Cité de l'Architecture et du patrimoine, o Teatro Nacional de Chaillot, o Museu Nacional da Marinha e o Museu do Homem. 

O nome escolhido tem origem no Forte de Trocadero, em Cádis, que foi tomado pelo exército de Louis XVIII no ano de 1823, culminando na restauração da monarquia absoluta na Espanha. 

A Cité de l'Architecture et du patrimoine é o maior centro dedicado à arquitetura do mundo e ocupa uma área de 22.000 m2. O seu objetivo é promover a arquitetura francesa na França e no exterior, permitindo ao público conhecer as maiores obras do patrimônio arquitetônico francês, bem como a criação contemporânea internacional. 

Já o Teatro Nacional de Chaillot foi construído pelos irmãos Niermans e associado ao nome dos grandes Jean Vilar e Antoine Vitez, ganhando prestígio popular e se tornando um dos quatro teatros nacionais de Paris a partir do ano de 1975. 

O Museu Nacional da Marinha foi criado a partir de uma coleção presenteada por Louis Duhamel du Monceau ao rei Louis XV. Ele foi inaugurado em 1943 e ocupa uma área da ala Passy do Palácio de Chaillot, possuindo anexos em Brest, Port-Louis, Rochefort eToulon. Criado em 1937 por Paul Rivet, o Museu do Homem passou recentemente por uma grande reforma. Ele também é mais um importante ponto turístico a ser visitado. 

A esplanada do Trocadero, também conhecida como praça das Liberdades e dos Direitos Humanos, possui uma impressionante vista panorâmica dos jardins e da Torre Eiffel, além de todos os grandes monumentos da capital. Os jardins já são mais do que conhecidos por turistas que visitam Paris. Criados especialmente para a exposição universal de 1937, eles ocupam uma área de 93.930 m2, abrigando também a fonte de Varsóvia (1937). O arquiteto responsável é Roger-Henri Expert. 

Não deixe de visitar Paris e conhecer melhor suas particularidades. Aproveite e conheça os passeios e serviços da Minha Paris!

La Défense: Conheça a “Manhattan” de Paris

La Défense: Conheça a “Manhattan” francesa

La Défense é a líder europeia entre as regiões totalmente voltada para os negócios, ganhando destaque e o apelido de Manhattan por este motivo. São mais de 3 milhões de metros quadrados de escritórios, 600 mil metros quadrados de alojamentos e 230 mil metros quadrados de lojas. Tudo isso bem dividido entre os prédios enormes, que impressionam tanto pela altura quanto pela beleza das construções. 

Estima-se que mais de 2.500 empresas estão instaladas na região de La Défense, além de 1.500 sedes sociais, entre quais estão 15 das 50 principais empresas mundiais. Apesar de ser odiada por parte dos franceses, ninguém nega sua importância, que pode ser comprovada pelos 150 mil empregos alocados na região. 

La Défense e os franceses 

A pressão imobiliária e a falta de espaço no centro de Paris levaram à necessidade de construção de uma região que pudesse abrigar as empresas. As primeiras grandes construções de La Défense começaram a surgir em 1964, com destaque para as duas torres que abrigariam as multinacionais Esso e Nobel. Mas isso não agradou os franceses, que por tradição se acostumaram a ver no horizonte sempre os edifícios pequenos. 

Atualmente, o polo La Défense abriga as áreas chave da economia francesa. É lá que estão mais de 800 instituições financeiras, entre eles a Société Générale, HSBC, Dexia, Calyon, LCL, BNP Paribas, American Express, GE Money Bank, ING, Axa, Allianz, Gan ou Marsh. 

Os serviços de alta tecnologia (aconselhamento, telecomunicações e informática), também estão presentes em La Défense, empregando mais de um total de 40 mil pessoas. Entre as empresas de maior destaque estão Atos Origin, CSC Computer Sciences, Capgemini, EDS Electronic Data Systems, Oracle ou Thalès Communications. 

Se você visitar Paris não deixe de conhecer La Défense. A Minha Paris leva você com todo o conforto e segurança para esta e outras regiões francesas. 

Panthéon: a história do templo de culto aos grandes homens

O espaço onde se encontra hoje a praça do Panthéon foi inicialmente ocupado pela basílica de Santa Genoveva, fundada em 507 pelo rei Clóvis em homenagem à padroeira da capital e da monarquia. Em 1744, o rei Luís XV sofria de uma grave enfermidade e fez a promessa de criar uma igreja dedicada a Santa Genoveva se sobrevivesse. No ano de 1755 o rei encarregou Jacques-Germain Soufflot de projetar um edifício prestigioso no alto da montanha de Santa Genoveva, destinado a acolher o túmulo da santa. 

A primeira pedra foi colocada pelo rei no dia 6 de setembro de 1764. Relatos da época indicam que a ambição de Soufflot era de construir algo que fizesse frente à basílica de São Pedro, em Roma, e também com a catedral de Saint-Paul, em Londres. A inspiração dele para a criação foi o Panteão de Agripa, em Roma. 

Além da guerra e das dificuldades financeiras, a construção também sofreu com as polêmicas sobre a solidez do domo após a morte de Soufflot, em 1780. Houve grande atraso e a construção só é finalmente concluída em 1790, pelos associados de Soufflot. A Revolução Francesa começou. 

Após a Revolução Francesa e a morte de Mirabeau, grande orador da Assembleia Nacional e alma do Terceiro Estado, em 1791, os deputados pensam em criar monumento para reunir os túmulos dos grandes homens. Este seria “Um novo edifício destinado a receber as cinzas dos grandes homens, a partir da época da nossa liberdade”, afirmavam.  

Desde então a Assembleia Nacional é a única com poder de julgar a que homens conceder tal honra. Foram abertas, ainda, algumas exceções a grandes homens mortos antes da Revolução, como Descartes, Voltaire e Rousseau. Com isso, em 1791, o edifício perde totalmente a sua vocação religiosa e passa a ser o próprio Panteão da França. 

O Panthéon torna-se definitivamente um templo cívico sob a Terceira República, em 1885, para os funerais de Victor Hugo. Além dele, veja mais alguns dos grandes nomes inumados no Panthéon: 

1894: o presidente da República Francesa Sadi Carnot, assassinado em Lyon. 

1907: Marcellin Berthelot, químico e político. 

1908: Émile Zola, escritor e autor do famoso J'accuse (Eu acuso). 

1924: Jean Jaurès, político e fundador da SFIO, assassinado às vésperas da Primeira Guerra Mundial. 

1933: Paul Painlevé, matemático e político.  

1948: Paul Langevin, físico. 

1949: Victor Schoelcher, político, figura da luta pela abolição da escravidão. 

1952: Louis Braille, professor e inventor da escrita para cegos, inumado no Panthéon no centenário de sua morte. 

1964: Jean Moulin, chefe combatente da Resistência interna. 

1964: René Cassin, jurista, membro da Resistência, prêmio Nobel da paz, um dos criadores da Unesco e um dos autores da Declaração Universal dos Direitos do Homem. 

1988: Jean Monnet, economista, pai da ideia da União Europeia, inumado no Panthéon no centenário de sua morte. 

1989: O abbé Baptiste-Henri, conde Grégoire (1750-1831), eclesiástico, senador e conde do Império, que foi partidário da concessão da cidadania francesa aos judeus e da abolição da escravatura. 

1989: Gaspard Monge, matemático e fundador da Escola Politécnica. 

1989: Jean-Antoine de Caritat, filósofo, político e matemático. 

1995: Pierre e Marie Curie, físicos, prêmios Nobel de física. 

2002: Alexandre Dumas, escritor. 

2007: Os Justos da França, homenagem solene da Nação aos Franceses que salvaram milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. 

2011: Aimé Césaire, poeta, político e fundador do movimento literário da negritude. 

Você pode visitar este e outros lugares incríveis de Paris e região, com todo conforto e segurança, utilizando os serviços da Minha Paris!