Montmartre: religiosidade e boemia na mesma região

A região de Montmartre é um dos lugares mais visitados de paris e também atiça a curiosidade dos turistas. Isso acontece porque é lá que está situada, no ponto mais alto, a Basílica de Sacré Coeur (Sagrado Coração), uma das mais belas e significativas para a fé dos católicos que buscam em Paris fortalecer a sua fé. Por outro lado, os arredores também são conhecidos pela boemia, pois é lá que estão concentrados um grande número de bares, restaurantes, cafés, sex shops e cabarés, como o Moulin Rouge.  

Além disso, é possível também encontrar praças tranquilas para passar as tardes, pois se trata também de uma região residencial. É em uma dessas praças que está situada a parede onde foi escrita a expressão “Eu te amo” em todas as línguas do mundo. A obra fica dentro de um pequeno parque em frente à praça, que conta também com um carrossel. É possível ficar observando também muitas crianças brincando no local. 

Montmartre 

Nesta região você pode encontrar pequenos e encantadores museus e um punhado de teatros. A colina de Montmartre (monte dos mártires) está situado ao norte de Paris, ficando 129 metros acima do nível do mar. oficial de maior monumento religioso de Paris, A Basílica de Sacré Coeur surpreende a todos, tanto por sua beleza quanto por se tratar de um dos melhores pontos para ter uma visão panorâmica da cidade. O acesso pode ser feito pelas tradicionais escadas, por ônibus ou mesmo caminhando pelas ruas curvas e estreitas por trás da colina. 

A colina de Montmartre recebeu este nome por ter sido o lugar do martírio de Saint Denis, o primeiro bispo de Paris (ainda no século III), e seus companheiros. Foi também lá o lugar escolhido por Santo Inácio de Loyola, São François Xavier e seus companheiros para fundar, em 1534, a Companhia de Jesus (Jesuítas). 

A construção da Basílica de Sacre Coeur teve início por volta de 1875. O motivo ainda gera dúvidas. Há quem diga que foi tentativa de pedir perdão a Deus pelas faltas cometidas, visto que a França vivia uma guerra contra Alemanha e estava com a relação desgastada também com o Vaticano. Muitos consideravam estes problemas como um castigo de Deus. 

Outros relatos apontam que a construção foi o pagamento de uma promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury, se caso a França conseguisse suportar as investidas do exército alemão na época. Fato é que em 1919 foi consagrada Basílica e, a partir daí, se tornou um local sagrado para os peregrinos. Consulte o site Minha Paris e saiba como fazer os melhores passeios em Paris e região com todo o conforto e segurança. 

Quartier Latin: um símbolo da riqueza cultural e histórica de Paris

O Quartier Latin é um dos lugares mais visitados de Paris. Se você quer visitar diversos pontos turísticos de relevância histórica em Paris é só ir até esta região e se impressionar com toda a riqueza cultural e histórica que ali está. O Quartier Latin está localizado à margem esquerda do rio Sena, ocupando um espaço que pega uma parte do 5º e do 6º arrondissements.

Este nome se deu pelo fato de ter sido o berço de um grande número de escolas e universidades, o que fez do latim uma língua predominante por muitos anos. Atualmente, o Quartier Latin continua sendo um lugar ocupado por alunos e professores, pois ainda abriga muitas universidades. Entre as principais estão: Université Paris I Panthéon-Sorbonne; Université Paris II Panthéon-Assas; Université Paris III – Sorbonne Nouvelle; Université Paris IV-Sorbonne; Université Paris Descartes; Université Pierre-et-Marie-Curie; Université Paris VII-Denis-Diderot etc). 

O que visitar no Quartier Latin 

Entre os monumentos que estão situados no Quartier Latin estão a belíssima Place Saint-Michel, a Place de la Sorbonne, o Panthéon, os Jardins du Luxembourg, a Arènes de Lutèce, a Place Saint-Julien le Pauvre, o Jardin des Plantes, o Jardin Carré e Passage Clopin, a Place Monge e o Pont de L’Archevêché. É nesta região que estão ainda o Musée du Moyen Age – Cluny e o Institute du Monde Arabe. 

O Quartier Latin também é conhecido pelo comércio requintado, onde estão livrarias tradicionais, restaurantes e lojas diversas. Da parte histórica é possível destacar as livrarias Shakespeare and Co., Gibert Jeune, Eyrolles Librairie, Mona Lisait, Gibert Joseph. Em relação aos restaurantes, estão lá o Le Comptoir, L’A.O.C., Le Buisson Ardent, Noura, Les Pâtes Vivantes, L’Epigramme. 

Outo destaque da região são as boulangeries, entre elas a Maison Eric Kayser que produz a verdadeira baguette, além do pão de nozes e do tradicional croissant. As lojas de guloseimas também merecem uma visitinha, principalmente o Aup’tit Grec, Manakish na Place Monge; Le Bonbon au Palais, Patisserie Carl Marletti, Patrick Roger Chocolatier, Caramelos de Henri le Roux. 

Alguns dias na semana você pode ir até as feiras, que são montadas na Place Monge e Place Maubert Mutualité. Além de tudo isso, vale a pena passar pelas bancas de livros que ficam à margem do rio Sena, entre a Pont de Sully e a Pont Saint-Michel. Consulte os passeios da Minha Paris e conheça isso e muito mais com todo o conforto e segurança.

Saint-Chapelle: beleza, história e religiosidade no centro de Paris

A Saint-Chapelle (Santa Capela) está situada na Ilha da Cidade (Île de la Cité), anexo ao Palácio da Justiça, que foi a residência e a sede do poder dos Reis de França entre os séculos X e XIV. Ela foi construída entre 1242 e 1248, a pedido do rei Luís IX, com o objetivo de abrigar as relíquias da Paixão, especialmente a Coroa de Espinho do Cristo.

Nos anos seguintes outras relíquias foram chegando de diversos lugares e aumentando ainda mais o acervo da capela. A Saint-Chapelle foi consagrada no mesmo ano da conclusão de sua obra pelo Papa da época, principalmente a alta Capela, capela real e o espaço para exposição das relíquias. A Capela Baixa, dedicada à Virgem Maria, foi consagrada pelo arcebispo de Bourges. 

A Santa Capela e a revolução 

No período da Revolução Francesa a Santa Capela sofreu muitas degradações, sendo que os mais importantes foram do mobiliário, como o desaparecimento das cadeiras de coro e o púlpito, e as relíquias, que foram separadas. Já em 1846 e nos anos seguintes a Santa Capela passou por uma restauração, o que conseguiu devolver todo o seu brilho. 

A capela baixa é dedicada à Virgem Maria, que ganhou uma imagem que fica bem ao lado do portão de entrada. Já na capela alta, a arquitetura gótica chama a atenção de quem vê. Por sua importância, esta parte da capela recebeu mais cuidados dos arquitetos, escultores e pintores, pois seria ali o brigo das relíquias. 

Além de toda a beleza arquitetônica, os vitrais também contribuíram para que a Santa Capela se tornasse um espaço tão admirado. Ao todo, são 600 metros quadrados de vitrais, sendo considerado o mais completo conjunto da arte do vitral do século XIII. Eles contam a história da humanidade, desde a sua criação até a sua salvação por Jesus Cristo, segundo o que a Bíblia nos conta. 

Os vitrais tiveram que ser totalmente restaurados também no século XIX, pelo mesmo motivo que toda a construção. Atualmente, a Santa Capela e a Prisão anexa ao Palácio da Justiça são os únicos espaços abertos para visitação. É sem dúvidas um lugar muito especial, que você poderá conhecer com todo o conforto e segurança com a Minha Paris

Coroa de espinhos de Cristo está em Paris

A Coroa de Espinhos de Cristo, uma das relíquias mais importantes do cristianismo, está em Paris, na Catedral de Notre Dame. Por usa importância, a coroa usada por Jesus Cristo durante a crucificação não fica exposta por todo o tempo, sendo apresentada somente em uma missa especial que é realizada toda primeira sexta-feira de cada mês.

Há também um fragmento da cruz de madeira na qual Jesus foi crucificado e a ponta da lança Longinus, que teria perfurado Cristo durante a crucificação. Estas outras duas relíquias também são apresentadas ao público durante a mesma missa, que começa pontualmente às 15 horas da primeira sexta-feira de cada mês.

Coroa de espinhos de Cristo 

Anteriormente, a Coroa de Espinhos de Jesus estava guardada na Basílica do Monte Sião, em Jerusalém. Somente no ano de 1053 a relíquia foi levada para Constantinopla. Em 1238, o rei francês Louis IX quitou uma grande dívida que a cidade de Constantinopla tinha com bancos de Veneza, recuperando assim a coroa de espinhos e a lança, que estavam penhorados. Com isso, as relíquias seguiram para Paris neste mesmo ano, sendo guardadas inicialmente na Saint Chapelle, que havia sido construída exclusivamente para guardar a coroa. 

Em 1896 ela ganhou uma proteção, que se trata de um tubo de cristal e de ouro. É neste tubo que ela se encontra até hoje, protegida das ações do tempo e com uma ornamentação digna de sua importância. 

Caso você seja um católico fervoroso ou mesmo alguém que se interessa pela história das religiões, não pode deixar de visitar Paris e participar da missa na primeira sexta-feira de cada mês. É sem dúvida alguma uma experiência incrível, poder ver tão de perto uma relíquia de tamanha importância. A entrada na Catedral de Norte Dame de Paris é gratuita e você paga apenas para subir na torre ou visitar algumas salas mais reservadas. 

A visita à Catedral de Notre Dame de Paris é mais um passeio que você pode fazer com a Minha Paris, que oferece todo o conforto e segurança. Conheça e aproveite!

Medalha Milagrosa de Paris

A Medalha Milagrosa de Paris e sua história vem  antes da Companhia das Filhas da Caridade, fundada em 1633, foi a obra prima que, juntos, realizaram São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac. A Companhia, fiel à sua vocação, desenvolveu-se no mundo inteiro. Quando, um dia de 1830, chegou ao Seminário (noviciado), à rua do Bac, uma jovem borgonhesa, de 24 anos..

As aparições da Virgem Maria à Catarina Labouré e a difusão da Medalha Milagrosa, foram seguidas de uma extraordinária renovação e um aumento de vocações, tanto entre as Filhas da Caridade, como entre os Padre da Missão. O fervor tornou-se aí muito ardente.

Ao passar dos anos, a Companhia continua seu serviço dentro do espírito dos Fundadores: humildade, simplicidade, caridade.

No momento, as Filhas da Caridade estão presentes nos cinco continentes, em 91 países, dentre eles os mais pobres. Elas são mais ou menos umas 20.000 espalhadas pelo mundo. Na Europa, são 13.000. Na França: 1.000.

Allan Kardec & sua Estátua de Bronze

Um fato um tanto quanto curioso aqui em Paris. Existe uma lenda de que Allan Kardec quando sepultado no famoso cemitério de Paris o Père-Lachaise, foram feitos 2 bustos em bronze, um que se encontra no cemitério e o segundo, que foi dado a um grande empresário em Paris.

Dizem que desde a morte de Kardec, o empresário que tem o segundo e único busto em bronze do espírita, e que busca praticar o verdadeiro cristianismo em sua empresa, tem como resultado uma grande prosperidade nos negócios, mas, com o tempo o busto deve ser comprado por outro empresário e conservado, depois de prosperar deve-se vender a outro, e assim sucessivamente.

Hoje a grande curiosidade na cidade, na verdade, é saber nas mãos de quem se encontra o busto de bronze de Kardec, e mais, se ele ainda se encontra em Paris.

Minha Paris, está investigando o paradeiro do busto e sempre que possível deixará você informado deste fato inusitado da cidade luz!

Bares & Restaurantes em Paris Dicas & Curiosidades

Em bares e restaurantes em Paris o preço está indicado fora e o serviço incluso. O que significa que você pode pagar apenas o valor da conta, se não tiver gostado do tratamento, mas é costume deixar uma gorjeta caso tenha ficado satisfeito com o serviço.
Nunca chame um garçom com as mãos, erguendo a voz ou dizendo “garçom". Em Paris esta atitude, usual no Brasil, é considerada ofensiva e o atendente pode lhe tratar mal. Chame-o com o olhar ou com um ligeiro aceno de mão à altura do queixo. Você pode dizer se um garçom é homem: "Monsieur SVP" que é pronunciado "Messiê, Sil Vu Plé”.
E for se uma garçonete diga “Madame SVP”, pronunciado “Madame Sil Vu Plé' e, ainda, caso trate-se de uma jovem garçonete, pode-se dizer "Mademoiselle SVP", que é pronunciado "Madmoasel Sil Vu Plé”.
Em Paris, você é "hóspede" de um bar ou restaurante e pode levar algum tempo para alguém chegar a atender você ou a dar atenção. Você verá o garçom passar e não entenderá por que não o atende rapidamente.
Na verdade isso é considerado um bom serviço, porque eles estão dando um tempo para o cliente relaxar. A regra na França é mais ou menos a seguinte : se está com pressa, não sente-se em um restaurante. Lembre-se que o país leva culinária a sério e ainda considera a refeição como um ritual importante, a ser desfrutado com calma e tempo.
O ideal é programar em seu roteiro um tempo para pelo menos dois almoços e/ou jantares na terra da boa gastronomia. Mas se sua viagem de férias ou negócios é mais apressada, você ainda terá chance de degustar o que há de melhor em termos de boa alimentação.
Uma extensa variedade de pães, queijos, vinhos ou comidas prontas ''à emporter'' (para viagem) são oferecidas em supermercados ou pequenas lojas de alimentação. Com seu lanche ou almoço em mãos, sente-se na grama ou em um dos bancos dos parques, praças ou jardins. Fazer piqueniques ou levar comida para os locais públicos não é considerado deselegante e muito menos pouco nobre, como ainda é em algumas regiões do Brasil.

Chegada e saída de Paris

Simplifique sua chegada a Paris

Chegar a Paris e pegar transporte público é realmente o mais adequado? Será que estamos economizando tempo e dinheiro de verdade?

Foi preciso viajar muitas vezes à Cidade Luz - e experimentar as mais variadas formas de transfer - até fazer as reflexões que seguem.

Não é todo dia que se faz uma viagem para a Europa e comprando os serviços no seu país de origem você ganhará  tempo, evitará problemas, e, finalmente, pagará menos, principalmente se você não fala francês.

O aeroporto Charles de Gaulle-Roissy (CDG), localizado a 25 quilômetros de Paris, é o maior da França, o principal de Paris e um dos mais importantes e movimentados da Europa e de todo mundo. Recebe  cerca de 500 mil passageiros por dia e as maiores companhias aéreas do mundo operam lá.  

Apesar de toda sua estrutura receptiva, o CDG dispõe de opções limitadas para o deslocamento dos viajantes. É claro que para os padrões brasileiros a infraestrutura é boa e os serviços de trem e ônibus funcionam a contento, mas para quem chega e parte de Paris com bagagens ou horários apertados - e com pouco tempo a perder em deslocamentos – a realidade é outra.

Em primeiro lugar dificilmente você pegará um ônibus ou trem diretamente para o seu local de hospedagem. Nisso já serão duas passagens pagas. As estações de metrô parisienses raramente dispõem de escadas rolantes. Carregar malas subindo degraus é cansativo e, dependendo do horário de chegada, você ainda vai se sentir mal, atrapalhando o fluxo de ida e vinda de moradores apressados, a caminho de seus respectivos destinos e compromissos.

Caso pegue um ônibus, muitas das linhas fazem percursos demorados, passando por diversos bairros da periferia até de chegar às localizações mais centrais da cidade.

Táxis ? Bem, táxi em aeroporto não é muito diferente de como funciona no Brasil. Eles cobram pelo trajeto e também pelos minutos parados nos engarrafamentos. Sem querer dizer que todos tomarão o caminho mais longo e difícil, alguns terão esse comportamento. Isso não só nos impede de estimar o custo, como também pode se tornar um desperdício de tempo e dinheiro. Sem contar os taxistas que falam ao celular e andam a velocidades de mais de 160km por hora (garanto : isso é um fato real!).

Além disso, um levantamento feito pelas empresas de translado na França aponta que um em cada 10 passageiros acaba por esquecer algum objeto dentro do veículo. Ou porque deixa cair ou por distração, em função do cansaço, após horas em um avião. E a probabilidade de encontrar o que foi perdido ou esquecido em um táxi é mais remota ou, no mínimo, mais trabalhosa.

Não é difícil encontrar turistas carregando malas pelos ônibus, linhas de metrô e calçadas parisienses após 15 horas de deslocamento entre voos e escalas do Brasil a Paris. No fim da viagem, já no avião de volta, devem se perguntar ‘’por que, raios, a gente fez isso ?’’. Muitas vezes estes turistas estão em grupo, ou no mínimo em dupla, numa viagem pela Europa com duração média de um mês, cada um com uma mala bem grande. Poderiam, no mínimo, terem divido um traslado. O dinheiro gasto a mais não teria sido tanto a mais e compensaria pela tranquilidade.

Depois de situações desconfortáveis como essas, o recomendado é contratar os trasladosde chegada e partida. Há em Paris empresas experientes e com motoristas falando português. Os traslados são, depois do seu voo, o mais importante a ser contratado para aproveitar melhor sua viagem. 

Ana Paula Cardoso é jornalista e colaboradora da Minha Paris