La Défense: Conheça a “Manhattan” de Paris

La Défense: Conheça a “Manhattan” francesa

La Défense é a líder europeia entre as regiões totalmente voltada para os negócios, ganhando destaque e o apelido de Manhattan por este motivo. São mais de 3 milhões de metros quadrados de escritórios, 600 mil metros quadrados de alojamentos e 230 mil metros quadrados de lojas. Tudo isso bem dividido entre os prédios enormes, que impressionam tanto pela altura quanto pela beleza das construções. 

Estima-se que mais de 2.500 empresas estão instaladas na região de La Défense, além de 1.500 sedes sociais, entre quais estão 15 das 50 principais empresas mundiais. Apesar de ser odiada por parte dos franceses, ninguém nega sua importância, que pode ser comprovada pelos 150 mil empregos alocados na região. 

La Défense e os franceses 

A pressão imobiliária e a falta de espaço no centro de Paris levaram à necessidade de construção de uma região que pudesse abrigar as empresas. As primeiras grandes construções de La Défense começaram a surgir em 1964, com destaque para as duas torres que abrigariam as multinacionais Esso e Nobel. Mas isso não agradou os franceses, que por tradição se acostumaram a ver no horizonte sempre os edifícios pequenos. 

Atualmente, o polo La Défense abriga as áreas chave da economia francesa. É lá que estão mais de 800 instituições financeiras, entre eles a Société Générale, HSBC, Dexia, Calyon, LCL, BNP Paribas, American Express, GE Money Bank, ING, Axa, Allianz, Gan ou Marsh. 

Os serviços de alta tecnologia (aconselhamento, telecomunicações e informática), também estão presentes em La Défense, empregando mais de um total de 40 mil pessoas. Entre as empresas de maior destaque estão Atos Origin, CSC Computer Sciences, Capgemini, EDS Electronic Data Systems, Oracle ou Thalès Communications. 

Se você visitar Paris não deixe de conhecer La Défense. A Minha Paris leva você com todo o conforto e segurança para esta e outras regiões francesas. 

Panthéon: a história do templo de culto aos grandes homens

O espaço onde se encontra hoje a praça do Panthéon foi inicialmente ocupado pela basílica de Santa Genoveva, fundada em 507 pelo rei Clóvis em homenagem à padroeira da capital e da monarquia. Em 1744, o rei Luís XV sofria de uma grave enfermidade e fez a promessa de criar uma igreja dedicada a Santa Genoveva se sobrevivesse. No ano de 1755 o rei encarregou Jacques-Germain Soufflot de projetar um edifício prestigioso no alto da montanha de Santa Genoveva, destinado a acolher o túmulo da santa. 

A primeira pedra foi colocada pelo rei no dia 6 de setembro de 1764. Relatos da época indicam que a ambição de Soufflot era de construir algo que fizesse frente à basílica de São Pedro, em Roma, e também com a catedral de Saint-Paul, em Londres. A inspiração dele para a criação foi o Panteão de Agripa, em Roma. 

Além da guerra e das dificuldades financeiras, a construção também sofreu com as polêmicas sobre a solidez do domo após a morte de Soufflot, em 1780. Houve grande atraso e a construção só é finalmente concluída em 1790, pelos associados de Soufflot. A Revolução Francesa começou. 

Após a Revolução Francesa e a morte de Mirabeau, grande orador da Assembleia Nacional e alma do Terceiro Estado, em 1791, os deputados pensam em criar monumento para reunir os túmulos dos grandes homens. Este seria “Um novo edifício destinado a receber as cinzas dos grandes homens, a partir da época da nossa liberdade”, afirmavam.  

Desde então a Assembleia Nacional é a única com poder de julgar a que homens conceder tal honra. Foram abertas, ainda, algumas exceções a grandes homens mortos antes da Revolução, como Descartes, Voltaire e Rousseau. Com isso, em 1791, o edifício perde totalmente a sua vocação religiosa e passa a ser o próprio Panteão da França. 

O Panthéon torna-se definitivamente um templo cívico sob a Terceira República, em 1885, para os funerais de Victor Hugo. Além dele, veja mais alguns dos grandes nomes inumados no Panthéon: 

1894: o presidente da República Francesa Sadi Carnot, assassinado em Lyon. 

1907: Marcellin Berthelot, químico e político. 

1908: Émile Zola, escritor e autor do famoso J'accuse (Eu acuso). 

1924: Jean Jaurès, político e fundador da SFIO, assassinado às vésperas da Primeira Guerra Mundial. 

1933: Paul Painlevé, matemático e político.  

1948: Paul Langevin, físico. 

1949: Victor Schoelcher, político, figura da luta pela abolição da escravidão. 

1952: Louis Braille, professor e inventor da escrita para cegos, inumado no Panthéon no centenário de sua morte. 

1964: Jean Moulin, chefe combatente da Resistência interna. 

1964: René Cassin, jurista, membro da Resistência, prêmio Nobel da paz, um dos criadores da Unesco e um dos autores da Declaração Universal dos Direitos do Homem. 

1988: Jean Monnet, economista, pai da ideia da União Europeia, inumado no Panthéon no centenário de sua morte. 

1989: O abbé Baptiste-Henri, conde Grégoire (1750-1831), eclesiástico, senador e conde do Império, que foi partidário da concessão da cidadania francesa aos judeus e da abolição da escravatura. 

1989: Gaspard Monge, matemático e fundador da Escola Politécnica. 

1989: Jean-Antoine de Caritat, filósofo, político e matemático. 

1995: Pierre e Marie Curie, físicos, prêmios Nobel de física. 

2002: Alexandre Dumas, escritor. 

2007: Os Justos da França, homenagem solene da Nação aos Franceses que salvaram milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. 

2011: Aimé Césaire, poeta, político e fundador do movimento literário da negritude. 

Você pode visitar este e outros lugares incríveis de Paris e região, com todo conforto e segurança, utilizando os serviços da Minha Paris!

Montmartre: religiosidade e boemia na mesma região

A região de Montmartre é um dos lugares mais visitados de paris e também atiça a curiosidade dos turistas. Isso acontece porque é lá que está situada, no ponto mais alto, a Basílica de Sacré Coeur (Sagrado Coração), uma das mais belas e significativas para a fé dos católicos que buscam em Paris fortalecer a sua fé. Por outro lado, os arredores também são conhecidos pela boemia, pois é lá que estão concentrados um grande número de bares, restaurantes, cafés, sex shops e cabarés, como o Moulin Rouge.  

Além disso, é possível também encontrar praças tranquilas para passar as tardes, pois se trata também de uma região residencial. É em uma dessas praças que está situada a parede onde foi escrita a expressão “Eu te amo” em todas as línguas do mundo. A obra fica dentro de um pequeno parque em frente à praça, que conta também com um carrossel. É possível ficar observando também muitas crianças brincando no local. 

Montmartre 

Nesta região você pode encontrar pequenos e encantadores museus e um punhado de teatros. A colina de Montmartre (monte dos mártires) está situado ao norte de Paris, ficando 129 metros acima do nível do mar. oficial de maior monumento religioso de Paris, A Basílica de Sacré Coeur surpreende a todos, tanto por sua beleza quanto por se tratar de um dos melhores pontos para ter uma visão panorâmica da cidade. O acesso pode ser feito pelas tradicionais escadas, por ônibus ou mesmo caminhando pelas ruas curvas e estreitas por trás da colina. 

A colina de Montmartre recebeu este nome por ter sido o lugar do martírio de Saint Denis, o primeiro bispo de Paris (ainda no século III), e seus companheiros. Foi também lá o lugar escolhido por Santo Inácio de Loyola, São François Xavier e seus companheiros para fundar, em 1534, a Companhia de Jesus (Jesuítas). 

A construção da Basílica de Sacre Coeur teve início por volta de 1875. O motivo ainda gera dúvidas. Há quem diga que foi tentativa de pedir perdão a Deus pelas faltas cometidas, visto que a França vivia uma guerra contra Alemanha e estava com a relação desgastada também com o Vaticano. Muitos consideravam estes problemas como um castigo de Deus. 

Outros relatos apontam que a construção foi o pagamento de uma promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury, se caso a França conseguisse suportar as investidas do exército alemão na época. Fato é que em 1919 foi consagrada Basílica e, a partir daí, se tornou um local sagrado para os peregrinos. Consulte o site Minha Paris e saiba como fazer os melhores passeios em Paris e região com todo o conforto e segurança. 

Quartier Latin: um símbolo da riqueza cultural e histórica de Paris

O Quartier Latin é um dos lugares mais visitados de Paris. Se você quer visitar diversos pontos turísticos de relevância histórica em Paris é só ir até esta região e se impressionar com toda a riqueza cultural e histórica que ali está. O Quartier Latin está localizado à margem esquerda do rio Sena, ocupando um espaço que pega uma parte do 5º e do 6º arrondissements.

Este nome se deu pelo fato de ter sido o berço de um grande número de escolas e universidades, o que fez do latim uma língua predominante por muitos anos. Atualmente, o Quartier Latin continua sendo um lugar ocupado por alunos e professores, pois ainda abriga muitas universidades. Entre as principais estão: Université Paris I Panthéon-Sorbonne; Université Paris II Panthéon-Assas; Université Paris III – Sorbonne Nouvelle; Université Paris IV-Sorbonne; Université Paris Descartes; Université Pierre-et-Marie-Curie; Université Paris VII-Denis-Diderot etc). 

O que visitar no Quartier Latin 

Entre os monumentos que estão situados no Quartier Latin estão a belíssima Place Saint-Michel, a Place de la Sorbonne, o Panthéon, os Jardins du Luxembourg, a Arènes de Lutèce, a Place Saint-Julien le Pauvre, o Jardin des Plantes, o Jardin Carré e Passage Clopin, a Place Monge e o Pont de L’Archevêché. É nesta região que estão ainda o Musée du Moyen Age – Cluny e o Institute du Monde Arabe. 

O Quartier Latin também é conhecido pelo comércio requintado, onde estão livrarias tradicionais, restaurantes e lojas diversas. Da parte histórica é possível destacar as livrarias Shakespeare and Co., Gibert Jeune, Eyrolles Librairie, Mona Lisait, Gibert Joseph. Em relação aos restaurantes, estão lá o Le Comptoir, L’A.O.C., Le Buisson Ardent, Noura, Les Pâtes Vivantes, L’Epigramme. 

Outo destaque da região são as boulangeries, entre elas a Maison Eric Kayser que produz a verdadeira baguette, além do pão de nozes e do tradicional croissant. As lojas de guloseimas também merecem uma visitinha, principalmente o Aup’tit Grec, Manakish na Place Monge; Le Bonbon au Palais, Patisserie Carl Marletti, Patrick Roger Chocolatier, Caramelos de Henri le Roux. 

Alguns dias na semana você pode ir até as feiras, que são montadas na Place Monge e Place Maubert Mutualité. Além de tudo isso, vale a pena passar pelas bancas de livros que ficam à margem do rio Sena, entre a Pont de Sully e a Pont Saint-Michel. Consulte os passeios da Minha Paris e conheça isso e muito mais com todo o conforto e segurança.

Saint-Chapelle: beleza, história e religiosidade no centro de Paris

A Saint-Chapelle (Santa Capela) está situada na Ilha da Cidade (Île de la Cité), anexo ao Palácio da Justiça, que foi a residência e a sede do poder dos Reis de França entre os séculos X e XIV. Ela foi construída entre 1242 e 1248, a pedido do rei Luís IX, com o objetivo de abrigar as relíquias da Paixão, especialmente a Coroa de Espinho do Cristo.

Nos anos seguintes outras relíquias foram chegando de diversos lugares e aumentando ainda mais o acervo da capela. A Saint-Chapelle foi consagrada no mesmo ano da conclusão de sua obra pelo Papa da época, principalmente a alta Capela, capela real e o espaço para exposição das relíquias. A Capela Baixa, dedicada à Virgem Maria, foi consagrada pelo arcebispo de Bourges. 

A Santa Capela e a revolução 

No período da Revolução Francesa a Santa Capela sofreu muitas degradações, sendo que os mais importantes foram do mobiliário, como o desaparecimento das cadeiras de coro e o púlpito, e as relíquias, que foram separadas. Já em 1846 e nos anos seguintes a Santa Capela passou por uma restauração, o que conseguiu devolver todo o seu brilho. 

A capela baixa é dedicada à Virgem Maria, que ganhou uma imagem que fica bem ao lado do portão de entrada. Já na capela alta, a arquitetura gótica chama a atenção de quem vê. Por sua importância, esta parte da capela recebeu mais cuidados dos arquitetos, escultores e pintores, pois seria ali o brigo das relíquias. 

Além de toda a beleza arquitetônica, os vitrais também contribuíram para que a Santa Capela se tornasse um espaço tão admirado. Ao todo, são 600 metros quadrados de vitrais, sendo considerado o mais completo conjunto da arte do vitral do século XIII. Eles contam a história da humanidade, desde a sua criação até a sua salvação por Jesus Cristo, segundo o que a Bíblia nos conta. 

Os vitrais tiveram que ser totalmente restaurados também no século XIX, pelo mesmo motivo que toda a construção. Atualmente, a Santa Capela e a Prisão anexa ao Palácio da Justiça são os únicos espaços abertos para visitação. É sem dúvidas um lugar muito especial, que você poderá conhecer com todo o conforto e segurança com a Minha Paris

Coroa de espinhos de Cristo está em Paris

A Coroa de Espinhos de Cristo, uma das relíquias mais importantes do cristianismo, está em Paris, na Catedral de Notre Dame. Por usa importância, a coroa usada por Jesus Cristo durante a crucificação não fica exposta por todo o tempo, sendo apresentada somente em uma missa especial que é realizada toda primeira sexta-feira de cada mês.

Há também um fragmento da cruz de madeira na qual Jesus foi crucificado e a ponta da lança Longinus, que teria perfurado Cristo durante a crucificação. Estas outras duas relíquias também são apresentadas ao público durante a mesma missa, que começa pontualmente às 15 horas da primeira sexta-feira de cada mês.

Coroa de espinhos de Cristo 

Anteriormente, a Coroa de Espinhos de Jesus estava guardada na Basílica do Monte Sião, em Jerusalém. Somente no ano de 1053 a relíquia foi levada para Constantinopla. Em 1238, o rei francês Louis IX quitou uma grande dívida que a cidade de Constantinopla tinha com bancos de Veneza, recuperando assim a coroa de espinhos e a lança, que estavam penhorados. Com isso, as relíquias seguiram para Paris neste mesmo ano, sendo guardadas inicialmente na Saint Chapelle, que havia sido construída exclusivamente para guardar a coroa. 

Em 1896 ela ganhou uma proteção, que se trata de um tubo de cristal e de ouro. É neste tubo que ela se encontra até hoje, protegida das ações do tempo e com uma ornamentação digna de sua importância. 

Caso você seja um católico fervoroso ou mesmo alguém que se interessa pela história das religiões, não pode deixar de visitar Paris e participar da missa na primeira sexta-feira de cada mês. É sem dúvida alguma uma experiência incrível, poder ver tão de perto uma relíquia de tamanha importância. A entrada na Catedral de Norte Dame de Paris é gratuita e você paga apenas para subir na torre ou visitar algumas salas mais reservadas. 

A visita à Catedral de Notre Dame de Paris é mais um passeio que você pode fazer com a Minha Paris, que oferece todo o conforto e segurança. Conheça e aproveite!

Pont des Arts e os milhares de cadeados do amor

A Pont des Arts (Ponte das Artes) está localizada bem pertinho do museu do Louvre, ao lado da Pont Neuf. Ela foi construída entre 1802 e 1804, mas precisou ser totalmente reformada entre 1981 e 1984. Desde então se tornou um dos grandes pontos de visitas da cidade, pela beleza que possui, pela paisagem do lugar e, é claro, pelos casais apaixonados que vêm à Paris para selar seu amor colocando um cadeado na ponte.

Mas isso não acontece por acaso. Existe uma lenda que diz que quando o casal prende seu cadeado na ponte e depois joga as chaves no rio, a união durará para sempre. Alguns relatos dão conta de que o costume teve origem na china, mas que foi trazido para a Cidade Luz há algumas décadas. Não é possível saber ao certo se funciona, mas uma coisa fica evidente: tem muita gente querendo que o relacionamento seja eterno, basta olhar nos milhares de cadeados presos à Pont des Arts! 

Há algum tempo a prefeitura de Paris demonstrou certa preocupação com a colocação dos cadeados na ponte, pois os mesmo estavam gerando um sobrepeso que poderia danificar a estrutura e comprometer sua estabilidade. Com isso, estão sendo estudadas diversas formas de contornar os problemas, sem mudar o que já virou tradição. 

Não é atoa que Paris é considerada a cidade mais romântica do mundo, se tornando destino comum entre casais apaixonados e recém-casados em lua de mel. A cidade proporciona este e outros roteiros que são um verdadeiro incentivo ao amor, por isso se torna cada vez mais referência. 

Se você procura acender ou manter ainda mais viva a chama do amor em sua relação, não deixe de fazer uma visitinha à Paris. A Cidade Luz é o lugar ideal para que seu relacionamento se fortaleça, independentemente se você acredita ou não na lenda da Pont des Arts. Vale lembrar que você pode fazer este e outros passeios com todo o conforto e segurança com a Minha Paris

Paris iluminada: um passeio inesquecível na Cidade Luz

Caminhar pela Paris iluminada é sem dúvidas um dos programas mais fantásticos para se fazer na capital francesa. Se a cidade que possui inúmeros monumentos e pontos turísticos para se ver durante o dia, é possível afirmar que tudo fica ainda mais mágico à noite.

Se você vai à Paris reserve as suas noites para passear pela Cidade Luz e conhecer o que a cidade tem de melhor. O clima, a iluminação, as pessoas... Tudo leva a crer que as noites de Paris são diferentes de tudo o que você já viu. Não há como se arrepender! 

Paris iluminada 

É uma experiência formidável ver como a cidade se transforma após o pôr-do-sol, considerado o melhor momento para passear pela cidade. Entre os destaques deste passeio estão o sempre animado Bairro Latino (Quartier Latin), a Torre Eiffel, o Arco do Triunfo e a magnífica Champs-Elysées, além do delicioso passeio de barco pelo Rio Sena, com a possibilidade de ter um maravilhoso jantar romântico ou em família. 

Não podemos nos esquecer dos restaurantes requintados e para todos os gostos, assim como os shows nos cabarés Moulin Rouge, Lido ou Crazy Horse, que são mundialmente conhecidos pela qualidade e beleza. Mesmo uma simples caminhada às margens do rio Sena, de onde é possível ver a Catedral de Notre-Dame e outras construções que só Paris pode oferecer. 

Somente estando lá você poderá entender porque Paris é chamada de Cidade Luz, bem como o motivo pelo qual a cidade é a número 1 em visitas em todo o mundo. O passeio pode ser feito à pé, pelo transporte público ou mesmo contratando os serviços de empresas locais. A vantagem desta última opção é contar com todo conforto e segurança. 

A Minha Paris promove este passeio, que conta com um roteiro especialmente preparado para impressionar os visitantes. O roteiro do passeio Paris Iluminada inclui visitas à Torre Eiffel, Museu do Louvre, Champs Elysée, Arco do Triunfo, Catedral de Notre-Dame, Invalides, Opéra Garnier, entre outros. Não deixe de conhecer e se impressionar com a Paris Iluminada!

Père Lachaise: de rejeitado à preferido e famoso

O cemitério de Père Lachaise é um dos pontos turísticos mais visitados de Paris, principalmente pelo fato de que é lá que estão os túmulos de grandes personalidades internacionais, como Alan Kardec, Jim Morrison e Oscar Wilde. O Père Lachaise foi inaugurado em 1804, alguns anos depois da Revolução Francesa, ainda sob o governo de Napoleão.

O problema é que ninguém queria ser enterrado ali, tanto por causa da distância do centro quanto por não ser uma área indicada pela Igreja. O resultado foi um tremendo fracasso no início, até que alguém teve a grande ideia: com que os primeiros meses do Père Lachaise fossem um tremendo fracasso. Até que alguém teve uma ideia: levar gente famosa (morta, é claro!) para o novo cemitério.

Assim, os restos mortais do Molière e do La Fontaine foram desenterrados e levados ao Père Lachaise, mais de 100 anos após suas mortes, tudo com muita divulgação. Dez anos depois foi a vez do casal Pedro Abelardo e Heloísa de Paráclito, o que novamente chamou a atenção de todos. Com isso, o cemitério de Père Lachaise ficou pop.
Hoje, mais de 200 anos depois, o Père Lachaise continua atraindo um grande número de turistas. São mais dois milhões de visitantes todos os anos, uma verdadeira multidão em busca das tumbas de pessoas famosas, o que lá encontram com fartura. 

Os mais famosos do Père Lachaise

Entre as mais procuradas estão a do astro Jim Morrison (1949-1971), Frédéric Chopin (1810-1849), Auguste Comte (1798-1857), Oscar Wilde (1854-1900), Édit Piaf (1915-1963), Marcel Proust (1871-1922), Allan Kardec (1804-1869), Honoré de Balzac (1799-1850), Georges Méliès (1861 – 1939), etc. 

Alguns túmulos se destacam pela maneira com a qual seus visitantes se comportam ao visita-los. Um deles é do escritor Oscar Wilde, autor de O Retrato de Dorian Gray. É um costume das fãs beijar a tumba, deixando marcas de batom na pedra, o que levou à instalação de um vidro à frente do túmulo para que ele fosse preservado.

Outro que recebe um número tão grande de fãs, que também interagem com o cenário é o túmulo de Jim Morrison, vocalista do The Doors. Pelo fato de que os fãs do roqueiro são bem mais barulhentos, as visitas já vêm sendo encaradas como um problema pela direção do cemitério. Além das reclamações das famílias donas das tumbas ao redor, alguns fãs mais exaltados já tiveram que ser retirados pela polícia. 

Se você vier à Paris, não deixe de conhecer o cemitério Père Lachaise, um passeio que você pode fazer com todo conforto e segurança com a Minha Paris.