Conheça as estações ferroviárias de Paris

Se tem uma coisa que Paris não perde para nenhuma outra grande cidade do mundo é em relação às estações ferroviárias. Seja pela beleza ou história de cada uma delas, estes lugares certamente merecem uma visita, ainda que seja apenas para conhecer.

Algumas destas estações estão sendo reformadas, outras já possuem data marcada para começar os trabalhos. Isto é necessário, pois todas elas datam do final do século 19, como a Gare du Nord, Gare Austerlitz, Garde de l’Est, Gare de Lyon; ou início do século 20, como Gare Saint Lazare e a Gare Montparnasse.

Elas possuem uma arquitetura magnífica e são espaços imponentes, mesmo para quem está acostumado a viajar. Um dos exemplos da importância e beleza destas construções é a antiga Gare Orsay, que ganhou outra utilidade e se transformou no atual (e maravilhoso) Musée d’Orsay.

Estações ferroviárias de Paris

A Gare Saint Lazare acabou de ser reformada, ganhando uma nova entrada luminosa, uma galeria comercial com capacidade para atender bem os seus milhares de viajantes diários.

Já a Gare de Lyon está sendo renovada em etapas, devendo ficar pronta em 2017. Ela está entre as mais belas e importantes de Paris, abrigando inclusive o famoso restaurante Le Train Bleu, que possui uma decoração belíssima e também merece uma visita.

A Gare du Nord foi a primeira estação da Europa e terceira do mundo. É onde desembarcam todos os dias milhares de viajantes vindos de Londres. Ela está passando por uma reforma que deve ficar pronta em 2018. Após as obras ela estará totalmente renovada, encontrando assim todo o esplendor de sua arquitetura que foi construída em 1846.

Outra estação que também vai passar por uma reforma significativa é a Gare d’Austerlitz, que deverá ser totalmente renovada até 2021. Já a Gare Montparnasse, que segundo os franceses é a “menos interessante”, deverá passar por reforma total também entre 2017 e 2019, uma maneira de inserir de maneira correta esta importante porta de entrada para a Cidade Luz. 

Não se esqueça que você pode conhecer todos os pontos turísticos de Paris e região com a Minha Paris, contando com todo o conforto e segurança que você merece!

Bastille: muito além da praça

Se você pensa que a Bastilha (Bastille) é apenas a praça e seu entorno, certamente está muito enganado. Toda a região é merecedora de uma visita detalhada, pois apesar de ser muito popular, é culturalmente riquíssimo. Você não vai se arrepender ao fazer uma visitinha mais detalhada.

Apesar de que a praça da Bastille ser o ponto principal, o próprio nome faz referência a uma importante região parisiense, que engloba várias outras sub-regiões de igual destaque. Ela está localizada principalmente no 11 ème distrito (arrondissement) de Paris, contando também com a Place de la Bastille, que é a maior referência.

Conhecendo a Bastille

A Bastille vem se tornando um local mais “descolado” ou “fashion” nos últimos anos, mas nunca deixa de ser um espaço frequentado por pessoas consideradas “menos afortunadas”. Foi por este aspecto, inclusive, que a região ganhou notoriedade. Recentemente a praça foi a escolhida para a principal manifestação conta as mortes dos cartunistas do jornal Charlie Hebdo, que marcou pelo bordão “Je suis Charlie”.

São dois os monumentos considerados principais da Bastilha, que vamos explicar agora. O primeiro é a Opéra Bastille, que foi construída durante o mandato de François Mitterand e possui uma excelente acústica, além de um dispositivo de tradução simultânea projetado em uma tela colocada bem ao lado do palco. A outra é a Colonne de Juillet, que está situada bem no centro da praça e onde estão enterrados alguns combatentes patrióticos, além de algumas múmias egípcias que foram perdidas na Europa.

O que torna a região bem mais popular são os inúmeros bares e restaurantes, que completam o charme e ainda são ótimas opções para comemorar com os amigos ou relaxar após um dia cansativo. Vale lembrar também que a região recebe uma feira que se tornou uma tradição e que acontece no boulevard Richard Lenoir todas as quintas e domingos, entre 7h até 13h. Lá você pode encontrar muitas coisas interessantes e também produtos mais exóticos.

Outros dois pontos que merecem a visita: o Mercado Aligre, que é um mercado coberto chamado Marché Beauvau e que fica na praça Aligre; e o Porto fluvial de Paris, de onde saem os passeios de barco pelo Canal Saint Martin.

Não se esqueça de que a Minha Paris leva você para conhecer os melhores pontos turísticos de Paris com todo conforto e segurança!

Praças de Paris: histórias por toda parte

As praças de Paris, além de numerosas e belas, também são capazes de recontar a história da cidade e do país, pois carregam consigo as marcas e monumentos que lembram o que passou. A cidade Luz possui um grande número de praças, o que a torna ainda mais interessante e atrai muitos turistas. Para você que deseja conhecer mais sobre Paris, vamos apresentar um pouco da história de algumas praças da cidade. 

Principais praças de Paris 

A Place de la Concorde (8ème) é a maior praça de Paris, construída em homenagem ao Rei Louis XV, é uma das praças mais conhecidas e mais bonitas da cidade, com belas fontes e um obelisco egípcio. Ali foram mortos na guilhotina Louis XVI e Maria Antonieta, em 1793.  

A Place des Vosges (4ème) é também considerada uma das praças mais bonitas da cidade, sando também uma das mais antigas. Sua construção se iniciou em 1605 e foi inaugurada em 1612, para o casamento de Louis XIII com Anna da Áustria. Ela encanta pela sua simetria, sendo também o local escolhido para abrigar o Museu Victor Hugo. 

A Place Charles de Gaulle (8ème) é onde está situado o Arco do Triunfo. Seu nome inicial era Place de l'Étoile, por causa das 12 grandes avenidas que partem dessa praça, formando uma estrela (étoile). 

A Place de l'Opéra (9ème) é atravessada pelo Boulevard des Capucines, que faz parte dos Grandes Boulevards. É onde se encontra a Ópera de Paris, local de grandes espetáculos de ballet, operas e shows. 

A Place Contrascarpe (5ème) está localizada próximo à Place Monge, local onde se encontra a Parfumerie Monge (muito conhecida por estrangeiros que querem comprar produtos com os melhores preços). Este é um espaço de encontro desde o ano 1200, quando foi aberta uma porta (Porte Bordelles), no muro que cercava a cidade (muralha Philippe Auguste). A praça foi criada em 1852 e é muito animada, contando com inúmeros cafés e restaurantes. 

A Place de la République (3ème, 10ème e 11ème) está situada no local da antiga Porte du Temple, na antiga muralha de Charles V, do século XIV. No centro tem um monumento com uma grande estátua de Marianne sobre um pedestal de pedra onde estão a liberdade, igualdade e fraternidade. 

A Place de la Bastille (4ème, 11ème e 12ème) é o Símbolo da Revolução Francesa, muito conhecida pela sua história. Ali se encontrava a antiga prisão, que foi destruída na revolução, em 14 de julho de 1789 e é até hoje palco de manifestações. A "Colonne de Juillet", coluna que fica no meio da praça, foi inaugurada em 1840. 

A Place du Trocadero (16ème) é sem dúvidas a praça com a vista mais bonita da cidade, pois é virada para a Torre Eiffel e para o Palácio Chaillot. Ela fica na antiga colina de Chaillot, aonde Marie de Médicis tinha uma casa de campo em 1583. 

A Place de la Nation (11ème e 12ème) foi construída em 1660 e se chamava Place du Trône. Recebeu o nome atual em 1880. O lago no centro possui uma estátua (de 1889) que representa o Triunfo da República. 

A Place de l'Hôtel de Ville (4ème) é onde está localizada a Prefeitura da cidade, tendo sido palco de execuções na forca e na fogueira. Atualmente é palco de eventos e apresentações diversas.

Monte Saint-Michel: beleza ímpar que resistiu ao tempo

O Monte Saint-Michel foi erguido sobre uma ilhota granítica, bem no meio de uma imensa baía invadida pelas maiores marés da Europa, se tornando um lugar especial para a história francesa. Ele está situado na parte sudoeste do departamento da Mancha e da região da Baixa Normandia, sendo uma importante comuna da França.

O lugar atrai turistas de todo o mundo, tanto por sua história quanto pela beleza ímpar. É o terceiro ponto mais visitado por turistas em toda a França, ficando atrás apenas da Torre Eiffel e do Castelo de Versalhes. Patrimônio Mundial da Unesco, o Monte Saint-Michel recebe cerca de 3,5 milhões de visitantes por ano.  

Segundo conta a história, foi a pedido do Arcanjo São Miguel, "chefe das milícias celestes", que o então bispo de Avranches, Aubert, mandou construir a primeira igreja no local, que foi consagrada no dia 16 de outubro de 709. Após a instalação da comunidade de beneditinos em 966, a pedido do Duque da Normandia, foi erguida a igreja pré-românica, ainda antes do ano mil. Já no século XI, a igreja abacial românica foi fundada sobre um conjunto de criptas, no nível do pico do rochedo, juntamente com as primeiras construções conventuais.

Foi uma doação do rei de França Filipe Augusto, no século XIII, que permitiu a construção do conjunto gótico do Monte Saint-Michel, conhecida como “a Maravilha”: dois edifícios de três andares, coroados pelo claustro e pelo refeitório, que constituíam o verdadeiro lugar de vida dos monges. A Guerra dos Cem anos Nos séculos XIV e XV levou à implantação de construções militares para a proteção da abadia, o que permitiu resistir a um cerco de mais de trinta anos. Destruído em 1421, o coro românico da igreja abacial foi substituído pelo coro gótico flamboyant no fim da Idade Média.

O Monte Saint-Michel foi transformado em prisão sob a Revolução e o Império, o que permitiu a implantação de uma política de restauração a partir de 1862. Foi nesta época (1897) que uma estátua de bronze dourado, representando o santo epônimo a derrubar o dragão foi colocado no ponto mais alto da igreja, a 170 metros acima do nível do mar.

Com uma superfície de cerca de 500 km², a baía do Monte Saint-Michel é considerado a mais vasta extensão francesa de prados salgados e de pôlderes, se diferenciando pela excepcional amplitude entre a maré alta e a maré. Além disso, é grande a diversidade de ambientes naturais presentes na região, que conta com uma fauna, flora e luzes deslumbrantes.

Na parte sul do rochedo e cercado por muralhas erguidas nos séculos XII e XV, o vilarejo conta com grande número de casas, que também são consideradas como monumentos históricos, além de pequenos museus e comércio voltado para o turismo. É possível experimentar também uma culinária típica do local, como o cordeiro de prado salgado ou a omelete da Mère Poulard, cujo albergue foi aberto em 1888 e mantém a tradição até hoje.

Se você também quer admirar de perto toda a beleza e história do Monte Saint-Michel com conforto e segurança é só consultar os passeios da Minha Paris para esta e outras regiões!